Caminhada faz alerta sobre prevenção e identificação de sintomas do AVC

Publicado em: 6 nov 2017

A Secretaria Municipal de Saúde, através do Núcleo de Apoio a Saúde da Família – NASF realizou na manhã de quarta-feira, 1, uma caminhada seguida de ações que marcaram a ‘Campanha Mundial de Combate ao Acidente Vascular Cerebral (AVC)’, que este ano tem como mote principal a prevenção.

Na Clínica de Saúde da Família, os pacientes receberam cartilhas informativas e orientações dos profissionais da saúde, além de dicas de como identificar os sinais de um AVC e saber quais são os fatores de risco.

Palestras deram um tom especial. Temas como: ‘O que é o AVC? Quais os sinais, sintomas e fatores de risco?’, ministradas por Dr Vinícius G. A. Propheta e a fonoaudióloga Meirivan S. R. Oliveira. ‘Alimentação saudável na prevenção do AVC’, pela nutricionista Nailma Andrade; e ‘Exercícios físicos e qualidade de vida’ pelo profissional de educação física Wendel Souza.

Os idealizadores da campanha foram à equipe do NASF. O objetivo? Reforçar ainda mais a questão da prevenção, pois atualmente são mais de 17 milhões de AVC’s que ocorrem no mundo e desses 90% podem ser prevenidos porque as causas são pressão alta, diabetes, colesterol, sedentarismo, fumo, e outros 10% que não pode interferir está relacionado à genética.

Para tanto, é preciso à sociedade esta alerta sobre os sintomas e sinais do AVC. O tempo resposta em uma pessoa que está tendo um AVC é fundamental. Se a pessoa reconhece os sintomas levá-la de imediato a um hospital – porque quanto mais demora mais lesão cerebral pode ter.

“O evento contou com apoio da Secretaria Municipal de saúde que disponibizou a equipe do Programa de Saúde da Família para realização de aferição de pressão arterial e glicemia”, afirmou Meirivan Rosário.

Sobre o AVC
O AVC também é conhecido popularmente por “derrame cerebral”, e acontece quando há uma obstrução em um dos vasos sanguíneos presentes no cérebro. Quando isso ocorre, a parte do cérebro atingida começa a ser destruída. Existem muitos fatores que podem ser alterados para que o indivíduo não venha a sofrer com um AVC – exemplos citados acima. O histórico familiar de ataques de AVC também é levado em consideração.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 100 mil pessoas morrem todos os anos de AVC no Brasil, um número superior ao total de mortes causadas por malária, tuberculose e Aids juntas.

Conheça a equipe do NASF:
Fonoaudióloga: Meirivan Rosário
Nutricionista: Nailma Andrade
Psicóloga: Isadora Neves
Terapeuta Ocupacional: Elaene Silva
Fisioterapeuta: Anne Caroline
Assistente social: Josefa Lelis.
Profissional de educação física: Wendel Souza

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